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O primeiro passo é escolher no menu a categoria principal e em seguida a subcategoria que melhor se encaixe no assunto, conforme a imagem a seguir:

menu_artigos_adduser

Em seguida escolha um titulo e, no campo principal digite ou cole o texto da sua postagem. Note que você pode fazer uso do editor para formatar o seu texto, inserir efeitos de cores, negritos e principalmente uso de imagens.

Como usar o editor:

A seguir você tem uma imagem do editor:

Editor

Todo procedimento realizado com ele é refletido no campo de texto mas somente no texto que estiver selecionado. Sendo assim, é importante saber como selecionar um texto, como veremos a seguir:

Selecionando uma palavra ou frase:
-Clique ao lado esquerdo do primeiro caractere da palavra ou frase que deseja selecionar, mantendo o botão do mouse pressionado arraste o cursor sobre, até o fim da palavra ou frase soltando o botão em seguida.

Com esse procedimento a frase estará selecionada e com um aspecto semelhante ao que segue:

Frase selecionada

Note que você pode usar a seleção tanto para um unico caractere quanto para um texto completo. A seguir veremos uma forma de selecionar todo o texto fazendo uso da tecla CONTROL + A.

-Clique em qualquer ponto no texto que deseja selecionar e fazendo uso do teclado mantenha a tecla CONTROL pressionada e pressione a tecla da letra A. Com esse procedimento todo o texto estará selecionado.

Após selecionar o texto que deseja com um dos procedimentos ensinados acima você poderá aplicar as formatações e efeitos desejados a partir dos icones do editor.

Digite um texto selecione e teste cada um dos icones, caso não se sinta seguro apenas digite seu texto e use formatação simples.

Note que ao digitar um endereço web o sistema transforma o mesmo em um link clicável, além disso você pode publicar imagens em seu artigo através do seguinte icone:

icone imagem

Para tanto, a imagem deve estar na web, ou seja, deve constar em uma pagina da internet.

Usando uma imagem da Web:

-Clique com o botão direito do mouse na imagem que deseja usar e em seguida na nova janela clique em propriedades:

url imagem

-Na janela seguinte selecione a url clique com o botão direito e copie:

copia url da imagem

 

USANDO a imagem no editor:
Clique no icone de imagem:

icone imagem

Na janela seguinte cole a URL copiada anteriormente no campo IMAGEM URL:

colar imagem da url

Por ultimo clique em inserir e a imagem será mostrada no lugar desejado no seu campo de texto, tornando-o mais interessante e agradável com a ilustração:

inserir imagem
 
PARABÉNS ..VOCÊ APRENDEU A PUBLICAR UM ARTIGO.

Com esse conhecimento, faça bom uso.
Ensine outra pessoa e faça experimentos com seu conhecimento, texte, experimente.
È muito provável que você ainda tenha duvidas sobre o que foi exposto acima, e certamente ela é duvida para os demais igualmente, para isso criamos o formulário de comentários logo abaixo, use-o, coloque seu comentário ou duvida e será de proveito também para os demais.

Autor: **Lando**


 Comentários (Total: 14 )

Ótimas instruções. Entendí tudo e obrigado.


O HOMEM DE BEM O verdadeiro homem de bem é o que cumpre a lei de justiça, de amor e de caridade, na sua maior pureza. Se ele interroga a consciência sobre seus próprios atos, a si mesmo perguntará se violou essa lei, se não praticou o mal, se fez todo o bem que podia, se desprezou voluntariamente alguma ocasião de ser útil, se ninguém tem qualquer queixa dele; enfim, se fez a outrem tudo o que desejara lhe fizessem. Deposita fé em Deus, na Sua bondade, na Sua justiça e na Sua sabedoria. Sabe que sem a Sua permissão nada acontece e se Lhe submete à vontade em todas as coisas. Tem fé no futuro, razão por que coloca os bens espirituais acima dos bens temporais. Sabe que todas as vicissitudes da vida, todas as dores, todas as decepções são provas ou expiações e as aceita sem murmurar. Possuído do sentimento de caridade e de amor ao próximo, faz o bem pelo bem, sem esperar paga alguma; retribui o mal com o bem, toma a defesa do fraco contra o forte, e sacrifica sempre seus interesses à justiça. Encontra satisfação nos benefícios que espalha, nos serviços que presta, no fazer ditosos os outros, nas lágrimas que enxuga, nas consolações que prodigaliza aos aflitos. Seu primeiro impulso é para pensar nos outros, antes de pensar em si, é para cuidar dos interesses dos outros antes do seu próprio interesse. O egoísta, ao contrário, calcula os proventos e as perdas decorrentes de toda ação generosa. O homem de bem é bom, humano e benevolente para com todos, sem distinção de raças, nem de crenças, porque em todos os homens vê irmãos seus. Respeita nos outros todas as convicções sinceras e não lança anátema aos que como ele não pensam. Em todas as circunstâncias, toma por guia a caridade, tendo como certo que aquele que prejudica a outrem com palavras malévolas, que fere com o seu orgulho e o seu desprezo a suscetibilidade de alguém, que não recua à idéia de causar um sofrimento, uma contrariedade, ainda que ligeira, quando a pode evitar, falta ao dever de amar o próximo e não merece a clemência do Senhor. Não alimenta ódio, nem rancor, nem desejo de vingança; a exemplo de Jesus, perdoa e esquece as ofensas e só dos benefícios se lembra, por saber que perdoado lhe será conforme houver perdoado. É indulgente para as fraquezas alheias, porque sabe que também necessita de indulgência e tem presente esta sentença do Cristo: "Atire-lhe a primeira pedra aquele que se achar sem pecado." Nunca se compraz em rebuscar os defeitos alheios, nem, ainda, em evidenciá-los. Se a isso se vê obrigado, procura sempre o bem que possa atenuar o mal. Estuda suas próprias imperfeições e trabalha incessantemente em combatê-las. Todos os esforços emprega para poder dizer, no dia seguinte, que alguma coisa traz em si de melhor do que na véspera. Não procura dar valor ao seu espírito, nem aos seus talentos, a expensas de outrem; aproveita, ao revés, todas as ocasiões para fazer ressaltar o que seja proveitoso aos outros. Não se envaidece da sua riqueza, nem de suas vantagens pessoais, por saber que tudo o que lhe foi dado pode ser-lhe tirado. Usa, mas não abusa dos bens que lhe são concedidos, porque sabe que é um depósito de que terá de prestar contas e que o mais prejudicial emprego que lhe pode dar é o de aplicá-lo à satisfação de suas paixões. Se a ordem social colocou sob o seu mando outros homens, trata-os com bondade e benevolência, porque são seus iguais perante Deus; usa da sua autoridade para lhes levantar o moral e não para os esmagar com o seu orgulho. Evita tudo quanto lhes possa tornar mais penosa a posição subalterna em que se encontram. O subordinado, de sua parte, compreende os deveres da posição que ocupa e se empenha em cumpri-los conscienciosamente. Finalmente, o homem de bem respeita todos os direitos que aos seus semelhantes dão as leis da Natureza, como quer que sejam respeitados os seus. Não ficam assim enumeradas todas as qualidades que distinguem o homem de bem; mas, aquele que se esforce por possuir as que acabamos de mencionar, no caminho se acha que a todas as demais conduz. * * * Allan Kardec. Da obra: O Evangelho Segundo o Espiritismo. 112a edição. Livro eletrônico gratuito em http://www.febrasil.org. Federação Espírita Brasileira, 1996.

O JOELHO

Durante toda sua existência Alípio viveu intensamente e pode-se dizer que fez de tudo na vida, porque se sentia jóvem, belo, forte e sem problemas financeiros. Encontrou a mulher com quem contraiu matrimônio e teve filhos. Enfim, podia ser considerado o homem ideal, feliz e sem problemas existenciais. Quanto à sua crença, adotava a crença comum, oficial do país em que vivia, embora não se preocupasse muito com a prática religiosa. Era religioso para não ser considerado ateu. às vezes, em momentos de preocupação, de algum dissabor, pedia proteção ao seu Santo devoto e logo adentrava no esquecimento. Assim passavam os anos de Alípio. A cada fase da vida novas sesações chegavam, mas sem o condão de alterar o cotidiano. Enfim, no pensamento de Alípio a vida lhe era algo comum, de modo que, quando o momento da passagem chegasse, não sabia bem o que poderia acontecer, mas a respeito também não se preocupava porque, no seu modo de pensar, nada devia. De fato, Alípio foi sempre um homem comum: sem maldade, mas sem bondade evolutiva. O certo é que nada realizara para que, ao lado do desenvolvimento físico e corporal, pudesse evoluir espiritualmente e aceitar o sentido da vida, como fase preparatória para sobrevivência espiritual, após a passagem.  Um belo dia, como sempre, Alípio saiu para o trabalho, sem muita preocupação e feliz, porque materialmente nada lhe faltava. Sentiu uma pequena fisgada no joelho. Massageou-o rapidamente, esticou várias vezes a perna e prosseguiu. A dor, embora sensível, não intensa, esteve presente durante todo o dia. Alípio chegou mesmo a massagear o joelho, à noite, com unguentos e remédios caseiros.  No dia seguinte, ao acordar percebeu leve sensação de que a dor ainda permanecia. Permaneceu durante todo aquele dia, no outro também, durante a semana, durante o mes, após o que tornou-se mais intensa e já trazia alguma dificuldade para caminhar. Resolveu ministrar, a si próprio, remédios indicados por amigos: anti-inflamatórios, analgésicos etc. Sentiu pequena melhora, mas não cura total. Manteve-se no tratamento adotado até que os remédios terminaram e a dor retornou, com maior intensidade, agora já provocando um andar arrastado. Alípio resolveu consultar um médico, mas sem muito resultado porque lhe foram ministradas doses mais específicas e mais fortes de remédios, sem que, depois do tratamento, houvesse melhora. Mais de seis meses eram passados e Alípio já não conseguia andar, dormir ou manter-se sem a convivência da dor, então dor intensa.  Sentiu-se em estado depressivo, porque não podia sequer atravessar uma rua sem caminhar lentamente. Finalmente, após exames específicos de imagens, diagnosticou-se o rompimento de um menisco e a necessidade urgente de cirurgia, mas sem a certeza de que tudo retornaria ao normal. A dor não mais molestaria Alípio, porém a articulação do joelho estava comprometida e ele teria de adaptar sua vida deambulatória a novas formas. Nesse exato momento, Alípio percebeu a importância de uma articulação que nunca, durante toda sua vida, havia percebido. Passou a ler, pesquisar, consultar, verificar, enfim, toda literatura a respeito do joelho humano. Esse impacto na vida comum de Alípio trouxe consigo outro, de ordem espiritual, dado que algum amigo teria dito a ele que se tratava de "coisa mandada". Alípio conversou com um amigo, felizmente seguidor da doutrina de Kardec, o qual afirmou que a palavra "coisa mandada" não devia ser interpretada como supunha Alípio, mas como um toque superior que estava a despertá-lo para a necessidade de conhecer algo mais do que uma vida comum, inútil para um desejado progresso espiritual. Alípio bateu e a porte abriu-se e, a partir de então, após leituras e mais leituras, Alípio cresceu espiritualmente e percebeu  que, durante toda sua vida, esteve com os olhos vendados. Alípio submeteu-se à cirurgia, melhorou, sem o que o joelho retornasse totalmente às suas funções, mas também não trouxe qualquer aborrecimento. Em contrapartida, Alípio entendeu que esquecido, de verdade, esteve seu espírito. Hoje Alípio é outra pessoa e está pronto para a passagem com a evolução que obteve após seis décadas de sua existência.


Já tentei varias vezes postar uma artigo, so que na finalização aparece um aviso falando sobre RESPOSTA.

Gostaria muito de postar, por favor me ajudem!

 

 


não consigo publicar... no final aparece clicar no campo resposta...

eu tbm não estou conseguindo postar um artigo, manda abrir um campo resposta. me ajudem

boa tarde...va na pagina principal do portal LEMA, no menu superior PUBLICAR (onde tem uma bola verde)
e faça a postagem por la...
abraços afetuosos!!!









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